var utag_data = {
“structure_tree”: ‘[“G1”, “Tecnologia e Games”, “blog”, “Segurança Digital”]’,
“ad_site_page”: ‘g1/tecnologia/blogs/segurancadigital’,
“page_name”: ‘post’,
“utag_data”: {}
};
(function (a, b, c, d) {
a = “http://tags.globo.com/utag/globo/g1/prod/utag.js”;
b = document;
c = ‘script’;
d = b.createElement(c);
d.src = a;
d.type = ‘text/java’ + c;
d.async = true;
a = b.getElementsByTagName(c)[0];
a.parentNode.insertBefore(d, a);
})();
(function(H){H.className=H.className.replace(/bno-jsb/,’js’)})(document.documentElement)
Com anúncios no Google, hackers roubam R$ 160 milhões em Bitcoin | G1 – Tecnologia e Games – Segurança Digital
var SETTINGS = SETTINGS || {};
SETTINGS.STATIC_URL = ‘https://s.glbimg.com/jo/g1/static/live/’;
var DESTAQUES = DESTAQUES || {};
var glb = window.glb || {};
notíciasesportesentretenimentovídeos
Terça-feira, 20/02/2018, às 11:00,
Com anúncios no Google, hackers roubam R$ 160 milhões em Bitcoin
A Talos, unidade de pesquisa de segurança da Cisco, divulgou detalhes técnicos sobre a atividade de uma gangue de hackers que teria roubado um total de US$ 50 milhões (aproximadamente R$ 160 milhões) em moeda virtual Bitcoin desde 2015. Batizado de “Coinhoarder” (“acumulador de moedas”), o grupo chegava até as vítimas por meio de anúncios maliciosos veiculados no Google Adwords, a plataforma de publicidade do Google.
Para potencializar os ganhos, o Coinhoarder usava os recursos de direcionamento da plataforma de anúncios do Google, mirando principalmente em internautas de perfil e localidade predeterminados. De acordo com o Talos, os principais alvos eram internautas africanos e em outros países em que o acesso a serviços bancários é difícil ou onde as moedas oficiais são instáveis, já que essas pessoas podem estar mais interessadas no Bitcoin.
O Google foi procurado pela coluna Segurança Digital nesta segunda-feira (19), mas não se pronunciou até a publicação da reportagem.
As páginas divulgadas nos anúncios eram clones do site Blockchain, onde usuários podem criar e gerenciar uma carteira de Bitcoin. Em um caso apresentado pelo Talos, o grupo criou uma página clonada do site legítimo Blockchain.info no endereço “blockcharin.info”. Outros nomes usados foram “blokchein.info” e “block-clain.info”.
Os hackers ainda tiraram proveito de um recurso que permite usar caracteres especiais nos endereços para usar um nome ainda mais parecido: “blockchaín.info” (“i” com acento agudo).

Site clonado do site Blockchain.info em endereço diferente do original e ‘HTTPS’, com o cadeado de segurança. De acordo com a Talos, o idioma do site se adaptava de acordo com o visitante. (Foto: Reprodução)
Além do visual e do nome parecido no site, as páginas falsas também usavam certificação de segurança. Ou seja, elas eram exibidas com “HTTPS” e com o “cadeado” pelo navegador. Como esses recursos de segurança só indicam que uma página é legítima quando o endereço é exatamente idêntico ao original, nada impede que um site de nome levemente diferente exiba o “cadeado”, mesmo que a diferença seja apenas o acento agudo em uma letra.
Com essa impressão de segurança, as vítimas digitavam suas senhas na página clonada, entregando seus fundos aos criminosos.
De acordo com o Talos, as páginas maliciosas apareciam em primeiro lugar na página de resultados de busca — como é típico de anúncios — para pesquisas como “carteira de bitcoin” e “Blockchain”. Uma das páginas monitoradas pelo Talos chegou a receber pelo menos 200 mil visitas em uma só hora.
Desde que esse ataque começou, outras gangues também adotaram o mesmo método de fraude, criando páginas clonadas e envenenando resultados de busca para outras moedas e serviços.
Abrigo na Ucrânia
A equipe de segurança da Cisco colaborou com a polícia da Ucrânia para derrubar o servidor que abrigava as páginas clonadas. Os hackers contrataram um serviço de “bulletproof hosting” — tipo de hospedagem que ignora denúncias de abuso de rede e mantém páginas criminosas no ar.
As informações obtidas pela polícia ucraniana levaram os especialistas da Cisco até um dos endereços de Bitcoin usados pela gangue, permitindo estimar o lucro da operação criminosa. Só entre setembro e dezembro de 2017, os criminosos obtiveram US$ 10 milhões (aproximadamente R$ 30 milhões).
Embora o servidor usado pelos bandidos tenha sido retirado do ar, não foram feitas prisões.
Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
if ($(window).width() <= 640) {
var width = '320',
height = '240';
$('.post-video').attr({
'data-player-width': width,
'data-player-height': height
});
}
(function() {
var deferred = $.Deferred();
if (utag_data && typeof utag_data.productGAId === ‘string’ && utag_data.productGAId !== ”)
deferred.resolve();
else {
$(document).on(‘ProductGaIdLoaded’, deferred.resolve);
}
return deferred;
})().then(function() {
var videosWrappers = document.getElementsByClassName(‘player-wrapper’);
var width;
var height;
for (var i = 0; i < videosWrappers.length; i++) {
var video = videosWrappers[i];
videoId = video.getAttribute('data-player-videosIDs');
width = video.getAttribute('data-player-width');
height = video.getAttribute('data-player-height');
adCustomData = video.getAttribute('data-player-ad-custom-data');
adUnit = video.getAttribute('data-player-ad-unit');
zoneId = video.getAttribute('data-player-zoneId');
new WM.Player({
videosIDs: videoId,
width: width,
height: height,
ga: {
productUA: utag_data.productGAId
},
adCustomData: adCustomData,
adUnit, adUnit,
zoneId: zoneId
}).attachTo(video);
}
});
Link: http://g1.globo.com/tecnologia/blog/seguranca-digital/post/com-anuncios-no-google-hackers-roubam-r-160-milhoes-em-bitcoin.html